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Filme de terror

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Lana Winters

Em uma sexta a noite, convidei Mary para assistir um filme de terror,com relutância ela aceita.

O filme não era assustador,mas para Mary era terrível,as vezes soltava gritos de sustos,e escondia seu rosto em minha blusa.

"Já passou?",ela pergunta,sem olhar para a tv.

"Melhor pararmos de assistir,olhe só está tremendo", toco em seu braço,e seu rosto se acalma.

"Hum,eu queria terminar,mas talvez seja melhor de dia",ela fala de um jeito irônico,me levanto para sair mas ela segura meu braço "você não vai ir para a cama agora?"ela pergunta.

"Não, querida,tenho que trabalhar mais um pouco",vejo ela balançar a cabeça "está tudo bem?"ela murmora um sim,e selo nossos lábios

Sem idéias agora, não consigo pensar em nada,além do mais sentia uma presença perto de mim, não era imaginação por causa do filme,eu nunca tive medo disso.

Eu poderia saber quem era,uma loirinha assustada,eu soube disso ainda mais,quando decide ir para nosso quarto,e ver um vulto correr mais rápido fechando a porta silenciosamente.

Ah minha doce Mary Eunice,eu deveria ter adivinhado essa reação,ela estava deitada para o outro lado,seus cabelos loiros caindo como uma cachoeira.

Eu sigo, até parar em seu rosto,e dar um beijo em sua bochecha,ela morde os lábios tentando não rir,mas não consegue, então ela cai numa gargalhada doce, não pude não esboçar felicidade ao ver.

"Por que está rindo?", pergunto mesmo sabendo da resposta.

"Eu não sei,apenas lembrando de uma piada antiga",ela tentava manter seu rosto a sério mas ela não controlava muito bem suas expressões.

"Ah é?,algo me contou,que você está me espionando",deito do outro lado da cama,e pego nossas cobertas.

"Um não sei do que fala",ela faz um boquinho fofo enquanto fala.

Subo em cima da mesma,e começo a fazer cócegas,ela tentava me tirar de cima,ela riu tanto,que pode até chorar de felicidade,seu rosto estava vermelho feito morango.

"Tudo bem Lana,sim,eu estava,por favor pare",sua risada cessou,quando me afastei,ela solta um longo suspiro aliviado "você faria isso até eu morrer de rir?"

"Ah não querida,apenas até que conte a verdade,e você não a muita boa em mentir",ela se deita próxima a mim,e solta um sorriso fraco "você ainda está com medo Mary?eu não queria de deixar assim,me desculpe"

"Ah não Lana"ela balança a cabeça negativamente "está tudo bem agora, você está comigo é o que importa",sua declaração me fez dar um selinho doce e delicado em seus lábios.

"Posso desligar o abajur",ela confirma com a cabeça.

Mas logo sinto seu corpo,se chocar contra o meu,ela abraçando minha cintura fortemente,eu faço carinho em sua cabeça,eu sei que ela dorme mais facilmente assim, então ela adormece em meus braços, ronronando igual um gatinho.